Entre a merda e o cocô
Em quem votar? Onde se refugiar? Onde se esconder?
Tá certo. Este blog, desde o começo, polemizou a aliança por BH, que lançou o poste Márcio Lacerda à candidatura da prefeitura. Abomino, de qualquer maneira, a associação de PT com o PSDB - foi uma venda que causou prejuízo ao partido dos ''trabaiador". E a posição se mantém firme de não apoiar esse cara, que não tem ficha limpa.
Mas ficha suja a família do Leonardo Quintão também tem. Como diz a vó de um amigo meu, "prego que se destaca, leva martelada''. Foi só o Jeca ir para o segundo turno para aflorarem muitas denúncias contra ele. Enumeremos algumas, oriundas de e-mails não anônimos (apócrifo de c* é r***!), com algumas considerações minhas:
1. A liberdade de religião quase acabou. Os não evangélicos foram perseguidos pela administração Sebastião Quintão. Ele criou uma torre de vigilia dentro da prefeitura onde os fieis dele oravam 24 hs por dia, sendo um dia dedicado só a familia Xiita Quintão. Nesta campanha agora, Sebastião Quintão chegou a dizer que católico fede.
(Nada contra ele ser evangélico - já fui; a merda está em ser Crente Xiita - ô raça!)
2. Os servidores viveram sob ameaça durante esses quase 4 anos. Nunca receberam os representantes dos trabalhadores e os sindicalistas foram perseguidos e vigiados 24 hs por dia. O SIND-UTE só conseguiu se manter através de liminar da justiça. Os diretores SIND-UTE e sindicato dos servidores foram proibidos de entrarem nas escolas e repartições.
3. Todos os parentes dos Quintão foram parar dentro da administração e ao ser questionado o Quintão pai respondeu: "Se Deus colocou seu Filho para representá-lo na terra, porque eu não posso ter o meu no governo?" (vide este link). Os Quintão não acham que são Deus, têm certeza.
(Hum... No debate de terça, o Quintão rebateu, dizendo que Sebastião foi o primeiro prefeito a entrar com uma ação anti-nepotismo. Procurei, mas ainda não achei nada que não comprovasse a fala do Quintão filho.)
4. Superfaturamento ocorreu em todas as áreas. Mas não temos remédio nem médicos nas unidades de saúde. Os médicos que se opuseram às jogadas deles foram demitidos ou perseguidos até pedirem prá sair. Toneladas de remédios foram parar no lixão.O serviço de locação de veiculos para atender a prefeitura passou de 4,2 milhoões por ano incluido motorista e combustivel em 2004 para 13,9 milhões só com os carros. os motoristas e combustivel passaram a ser fornecidos pela prefeitura. A manutenção de nossos parques e jardins que até 2004 custavam 2,5 milhões por ano passaram a custar 12,8 milhões. Nossa cidade que foi exemplo de limpeza publica está fedida. Esses são apenas alguns exemplos.
(Reza a lenda que isso acontece pelo fato de os Quintão serem de uma denominação que prega a prosperidade. A qualquer custo.)
5. Nesses 4 anos, para uma cidade de 240 mil habitantes foram gastos aproximadamente 20 milhões em publicidade.Imaginem o quanto gastarão com BH? Eles só vendem imagem o tempo todo. Quem assistia na TV ou lia o material de propaganda achava que estava no paraiso e não sabia.
(Vender imagem? Espere um minuto: se o Lacerda for eleito, vai ter como jornalista trabalhar com liberdade aqui? Quem é que mais vende imagem em Minas, não é o Aécio? E quem tá com o Aécio? Não é o Lacerda???)
Estamos numa verdadeira escuridão sem lanterna. Sinuca de bico. Estou sentindo, ao mesmo tempo, um pisão no pescoço e um chute na bunda. Ê, laiá!
FUDEU!
E eis que o meio de campo fica embolado em Belo Horizonte. As pesquisas oficiais, segundo os institutos IBOPE e DATAFOLHA, mostram Lacerda com mais de 40% das intenções de voto. Porém, pesquisando sobre isso e recebendo e-mails, parece que não é beeeeem assim.
Segue uma reportagem do NOVOJORNAL logo abaixo. E o pau quebra, e o circo pega fogo. Só falta o palhaço se f...
A rejeição de Marcio Lacerda, escondida em todas as pesquisas divulgadas, deverá ser o principal fator do segundo turno
Embolou a eleição em BH!
Depois da constatação através do cruzamento de diversas pesquisas encomendadas pela assessoria do candidato a prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda para orientação na reta final da campanha, o pânico tomou conta de sua candidatura.
Frente a este novo quadro, a três dias da eleição, a estratégia terá que ser modificada, assim como as peças de sua campanha para o dia da eleição.
Tudo porque o percentual de indecisos era bem superior que o apresentado nas pesquisas registradas no TRE-MG. Segundo técnicos da área, os indecisos seriam eleitores que omitiam seu voto com receio de represálias.
Sociólogos consultados pelo Novojornal para explicar este fato informaram que possivelmente quase a totalidade destes “indecisos” seriam funcionários públicos estaduais e municipais. Desta forma, como dito, receosos de declararem seu voto.
O voto em branco, tido como voto de protesto, migrou para Leonardo Quintão através do conhecido voto útil, tendo em vista que seu crescimento nas pesquisas apontaria a possibilidade de segundo turno.
A grande insatisfação entre os que votariam em branco e migraram para Quintão está na participação ostensiva do governador de Minas e do prefeito de Belo Horizonte na campanha de Lacerda, além do enorme gasto financeiro.
A rejeição de Lacerda é enorme e a do governador e do prefeito, embora tida como pequena, existe, afirmam os mesmos.
Depois do cruzamento das pesquisas, constatou-se que mais da metade dos “indecisos” são eleitores de Jô, o restante de Quintão e Sérgio Miranda.
Este cenário, somado a uma queda de quase 11% de Lacerda ocorrida e omitida desde a primeira pesquisa divulgada e um crescimento de 6% de Jô, ocorridos nestas mesmas pesquisas, levaria o candidato apoiado pelo prefeito e pelo governador para o segundo turno.
Estes sociólogos prevêem que a movimentação de votos neste caso chegaria a 30% do total dos votos válidos.
Segundo os mesmos, tudo pode ocorrer diante desta situação.
Importante informar que, nos termos da lei, estas pesquisas não podem ser consideradas oficiais nem eleitorais, uma vez que não foram registradas no TRE-MG. (Em obediência ao Artigo 15, da Resolução nº. 22.623, instrução nº. 112 - CLASSE 12ª- Distrito Federal, que dispõe sobre pesquisas eleitorais - Eleições de 2008.)
Desta forma, trata-se apenas de uma análise feita por especialistas e que se encontravam escondidas a sete chaves pela assessoria de Marcio Lacerda.
Neste cenário, Quintão teria algo em torno de 29%, Jô 26% e Lacerda 30%, Sérgio Miranda 8%, Gustavo Valadares 3%, Vanessa Portugal 1.5% e os demais menos de 1% cada.
Como a margem de erro é de 4%, existiria um empate técnico entre os três candidatos com maior percentual na pesquisa.
Agora é esperar para ver o resultado da eleição.
Sobre Márcio Lacerda, candidato da "Aliança" (parte 5)
O caldo está ficando cada vez mais grosso. Agora, temos mais gente do nosso lado. Acabo de receber mais um link de contestação à figura do digníssimo elemento. Segue abaixo:
Em tempo: divulgando mais um mail que recebi falando do gajo. "E se o Lacerda tem a TV, nós temos a internet!"
Entrevista desmascara o Lacerda que BH desconhece
A candidatura do empresário Marcio Lacerda surgiu após um acerto entre o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT), e o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB). Segundo informações que circulam nos bastidores da política mineira, Aécio teria prometido a Pimentel apoio político para a eleição ao governo mineiro em 2010 em troca de uma aliança conjunta entre PT e PSDB para a disputa da prefeitura de BH. Para viabilizar a aliança, precisavam de um candidato "neutro", que não fosse tucano nem petista. Assim, chegou-se ao nome de Lacerda, do PSB, então secretário de Desenvolvimento Econômico do governo Aécio.Mesmo com a suposta "neutralidade", a candidatura foi rechaçada por setores importantes do PT. Lideranças nacionais como os ministros Luiz Dulci e Patrus Ananias reprovaram a aliança e um grupo de petistas lançou um manifesto no qual afirmam que o acordo pessoal de Aécio e Pimentel, "joga com a história do PT, e favorece a curto, médio e longo prazo apenas os interesses da Direita".
Perfil desconhecido
O empresário era, até então, um desconhecido da população de Belo Horizonte. A maioria dos eleitores de BH só tomou conhecimento da existência da candidatura de Lacerda quando começou o horário eleitoral gratuito no rádio e na TV, onde Lacerda ocupa um verdadeiro latifúndio de tempo (11 minutos e 48 segundos). Mesmo assim, nos programas eleitorais, Lacerda é figura secundária, quem aparece mesmo são seus padrinhos políticos: Aécio Neves e Fernando Pimentel. E foi graças a esse compadrio que o nome de Lacerda foi alçado ao primeiro lugar das pesquisas de intenção de voto.

Avesso à participação em debates (ele até o momento não participou de nenhum dos onze debates promovidos na cidade), Lacerda tem exposto suas idéias unicamente nos programas eleitorais de rádio e TV e nas poucas entrevistas que concede à imprensa local.
A última delas, dada ao jornal '"Hoje em Dia" e publicada neste domingo (21) contribui para revelar traços preocupantes do perfil do empresário, sobre quem a cidade ainda sabe pouco.
"Pisar no pescoço"
A entrevista é reveladora já a partir do título, que destaca uma frase de Lacerda na qual ele afirma: "Não vou perder por falta de dinheiro". A afirmação se explica pelo fato de Lacerda ser o mais rico dos candidatos a disputar a prefeitura de uma capital, com um patrimônio declarado de R$ 55 milhões. Mas não foi esta a declaração que realmente revela o caráter do candidato. Em vários pontos da entrevista, Lacerda mostra-se apegado a idéias conservadoras e revela um temperamento pouco equilibrado para quem pretende administrar uma capital-metrópole como Belo Horizonte.
Perguntado sobre as críticas que vem recebendo na campanha, Lacerda foi agressivo na resposta e disse que "queria encontrar um cara que espalha calúnia para pisar no pescoço dele assim, em flagrante." Em outro trecho da entrevista, Lacerda avisa que as pessoas que estão o criticando pela internet vão responder por calúnia e difamação. "Vou até o fim da minha vida fazendo essa pessoa me pagar 200 salários-mínimos de indenização", ameaçou o empresário.
Lacerda também revelou desprezo pelo debate de idéias. Questionado sobre sua ausência nos debates realizados em universidades e escolas, ele disse que nesse tipo de debate "você não ganha nenhum voto e corre o risco, em função de algum tumulto criado, de alguma agressão de claques, você vir a perder votos".
Eugenia
Mas a afirmação mais polêmica é sem dúvida a que relaciona criminalidade com a origem genética dos criminosos. "Crime é como uma carreira. Muita gente vai para o crime para consumir. Agora, tem gente aí nesse bolo que é irrecuperável, seja por genética ou por trauma, alguns vão passar o resto da vida neste caminho", disse Lacerda na entrevista. A declaração faz lembrar as idéias do movimento eugenista.
A eugenia está na base da concepção racista. Defende que há pessoas geneticamente melhores que outras e que as de "sangue ruim" já nascem com desvios de caráter, defeituosas e incapacitadas.
Fonte: Jornal '"Hoje em Dia" publicado domingo, 21 de setembro de 2008 - link aqui.
Sobre Márcio Lacerda, candidato da "Aliança" (parte 3)
Trago a todos e todas que nos acompanham um texto postado no blog do Caio César. A reflexão que ele faz a seguir é bem pertinente com o que defendemos aqui neste diário. Posto alguns excertos. O texto na íntegra pode ser lido neste link.
Eleições Municipais em BH 2008
Estamos a algumas semanas do pleito municipal e o cenário que se desenha é preocupante: um candidato que ninguém conhece está liderando as pesquisas, graças - numa análise bem simplista - a duas coisas: 1) Este candidato tem muito mais tempo na TV e no rádio do que seus oponentes; 2) O candidato recebe o apoio do atual prefeito (que é do PT) e do atual governador (que é do PSDB), numa anomalia que nenhuma liderança nacional dos dois partidos aprovou. Isso só acontece em BH.
Sobre a questão do tempo no rádio, não cabe muito comentário, pois é a lei. E lei se cumpre, mesmo que nosso presidente fale o contrário.
Agora, sobre a questão do apoio e do que parece estar acontecendo com a cidade, não posso deixar de me manifestar para, num esforço quase inútil, tentar evitar que se repita em BH o que aconteceu no Brasil em 1989. Na ocasião, foi eleito um camarada que ninguém conhecia e que foi pintado como a salvação. A realidade e as conseqüências, todos sabemos, foram bem distintas do que as boas intenções dos eleitores imaginavam. Por isso, peço a todos que reflitam um pouco sobre isso antes de votar e tentem fazer esta reflexão propagar para que não fiquemos presos por oito anos a uma situação de desconforto.
Vamos prestar atenção, então, em algumas coisas sobre o Márcio Lacerda:
1. A frase que ilustra este post foi destacada na revista Época da semana passada [29 de agosto de 2008]. O Patrus, todos os belo-horizontinos conhecem e respeitam, mesmo que não sejam partidários do PT (eu não sou). O Patrus é, para BH uma referência - apesar de ter subido em palanque no ano de 2006 ao lado de Newton Cardoso (como bem me lembrou a Cristina por e-mail - obrigado!). Se ele fala uma coisa dessas sobre o candidato, certamente, temos que observar e anotar.
Pense bem. O Márcio Lacerda é descrito como alguém que se envolve há um bom tempo com as questões de interesse da coletividade. Entretanto, ninguém o conhecia em BH (estranho, né?); tanto que seus primeiros programas na TV e no rádio foram dedicados a apresentá-lo. Algo que se fez muito mais necessário com ele do que com o Gustavo Valadares e o Leonardo Quintão - seus adversários - por exemplo. Com estes, esta apresentação foi mais curta pois a população já os conhecia (peguei estes dois como exemplo pois o Sergio Miranda e a Jô Morais todos já conhecem de longa data).
Então, gente. Se o Márcio Lacerda é o arauto da luta pela liberdade como clamam Pimentel e Aécio, por qual motivo ninguém o conhecia até hoje? Por que ele nunca apareceu? Suspeitem disso!
2. O Márcio Lacerda engorda a lista de gente que se beneficiou com o mensalão (procure o número 39 da lista). Isso não pode passar batido! Por mais que ele “tenha sido inocentado” após investigação, vamos nos lembrar da indignação da população com relação a apuração destes fatos! Todos sabemos que houve marmelada e tudo acabou em pizza. Agora este cara, que fez parte de um dos maiores escândalos do país está prestes a ser eleito. Gente do céu. Pensem nisso! Queremos um mensaleiro como prefeito de BH? Mesmo?
Mais uma vez peço a todos que reflitam um pouco: Ele não foi acusado injustamente. Há alguém naquela lista por acaso? Onde há fumaça, há fogo. Uma das estratégias usadas em sua campanha para a prefeitura é falar da trajetória pública no ministério da integração nacional (então pasta do Ciro Gomes) e na secretaria estadual de desenvolvimento econômico do governo Aécio Neves. Pois bem, basta procurar um pouco para ver que ele foi um dos principais doadores da campanha de Ciro para a presidência em 2002. Em 2003 ele foi chamado pelo então ministro Ciro para um cargo bem importante. Coincidência? Claro que não!
Ele foi desligado do ministério em função do escândalo do mensalão. Mas isso ninguém comenta. Depois do desligamento, assumiu a secretaria de desenvolvimento econômico do estado, atendendo chamado do governador Aécio, que já planejava montar um cenário favorável para a prefeitura de BH e precisava de um nome. Márcio se encaixou no perfil como uma luva. Todo cuidado é pouco.
3. Por último, dedico-me a explicar o motivo pelo qual sempre me refiro a um futuro de oito anos de sofrimento em BH se a cidade escolher o Márcio Lacerda como seu prefeito. Embora o mandato seja de quatro anos, se ele for o escolhido, a cidade estará fadada a sofrer por dois mandatos. Explico: a campanha do candidato tem usado como um de seus pilares de sustentação as obras do governo e da prefeitura, sob o argumento de que “se ele não for eleito, isso não vai continuar”. Bem, devo confessar que isso me deixa especialmente chateado. Em primeiro lugar por tratar o eleitor como imbecil (as pesquisas parecem mostrar que eles são mesmo): será que todos os outros candidatos interromperão as obras? Será que o diálogo entre a prefeitura e o governo acabará se o prefeito não for o Márcio? Será mesmo? É lógico que não! Acordem!
Antes de elogiar este candidato, percebam que no último ano, a prefeitura realizou obras de recapeamento de vias na av. Amazonas e Pedro II e vem arrastando as obras da duplicação da Av. Antônio Carlos numa lentidão que só quem passa por lá todo dia sabe. Qual o motivo disso? Bem, parece claro que é mostrar para todo mundo na cidade que a prefeitura trabalha (no Brasil, infelizmente, trabalho do poder público é confundido com obras)…
Outra obra grandiosa que é associada ao Márcio Lacerda é a Linha Verde. Bem, em primeiro lugar, tente achar o cronograma da obra. Eu não consegui. O máximo que pude chegar perto foi este depoimento (que replico aqui - em tempos de censura em Minas (mais), sabe-se lá onde isso vai parar, né?) que relata que a obra estaria pronta em 2006/2007. Já é 2008, pessoal. E a linha verde nunca amadurece.
Enquanto isso, as pessoas sofrem no trânsito diariamente enquanto o canteiro de obras é mostrado amplamente na campanha do Márcio Lacerda. Aí eu pergunto: se estas obras citadas, somadas à “reorganização” do complexo de viadutos da Lagoinha não são eleitoreiras, o que é?
E mais: se isso é prática agora, para eleger um desconhecido mensaleiro, o que este mensaleiro não fará quando for a sua vez de se reeleger? Por isso temo pelos próximos oito anos em BH.
(...)
Mas antes de decidir por anular seu voto, conheça os candidatos (os que eu encontrei site foram referenciados em seus sites de campanha; os outros foram referenciados em seus perfis no site do Uai):
- Jô Morais
- Sergio Miranda
- Leonardo Quintão
- Jorge Periquito
- Gustavo Valadares
- Vanessa Portugal
- Pedro Paulo
- André Alves
- Márcio Lacerda (este clonou seu site do Barack Obama. Nem pra fazer um site honesto ele presta)
Adicionalmente, recomendo a todos acompanhar os portais Transparência Brasil e Excelências (afinal, vários dos candidatos são deputados) e também as informações do TSE a respeito dos candidatos.
Por fim, nunca é demais reforçar: Informe-se! Não faça besteira com seu voto!
Lista Negra
A Internet é uma dádiva divina que dificilmente irá se repetir tão cedo. O que ela tem de ruim, ela ajuda para as coisas boas.
Recebi hoje no meu e-mail um listão negro de "Em quem não votar". Tem nome de gente do Norte ao Sul do país. Como estamos em Minas, vamo falá di Minas, uai.
Eis os nomes dos mineiros envolvidos:
ADEMIR PRATES - Deputado PDT-MG
Crime: Falsidade Ideológica
AELTON FREITAS - Senador PL-MG
Crime de Responsabilidade e Estelionato
CABO JÚLIO (JÚLIO CÉSAR GOMES DOS SANTOS) - Deputado PMDB-MG
Candidato a Vereador BH 2008
Crime Militar, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
EDUARDO AZEREDO - Senador PSDB-MG
Improbidade Administrativa
ISAÍAS SILVESTRE - Deputado PSB-MG
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
JAIME MARTINS - Deputado PL-MG
Crime Eleitoral
JOÃO MAGNO - Deputado PT-MG
Lavagem de Dinheiro
JOSÉ MILITÃO - Deputado PTB-MG
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
MÁRCIO REINALDO MOREIRA - Deputado PP-MG
Crime Ambiental
OSMÂNIO PEREIRA - Deputado PTB-MG
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
ROMEU QUEIROZ - Deputado PTB-MG
Corrupção Ativa, Corrupção Passiva e Lavagem de Dinheiro
VITTORIO MEDIOLI - Deputado PV-MG
candidato a vice-prefeito de Betim, RMBH; Diretor da Sempre Editora, que publica os jornais SUPER Notícia e O TEMPO
Sonegação Fiscal
ROBERTO BRANT - Deputado PFL-MG (atual DEM)
Crime Eleitoral, Mensalão, CPI Correios
Lista completa aqui. Arquivo do Excel.
